
sábado, 27 de agosto de 2011
Credo das Bruxas (os)

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Havia no alto de uma montanha três árvores. Elas sonhavam com o que iriam ser depois de grandes. A primeira, olhando as estrelas disse: eu quero ser o baú mais precioso do mundo e viver cheia de tesouros. A segunda, olhando um riacho suspirou: eu quero ser um navio bem grande para transportar reis e rainhas. A terceira olhou para o vale e disse: quero crescer e ficar aqui no alto da montanha; quero crescer tanto que as pessoas ao olharem para mim, levantem os olhos e pensem em Deus.
Muitos anos se passaram, as árvores cresceram. Surgiram três lenhadores que, sem saber do sonho das árvores, cortaram as três. A primeira árvore acabou se transformando num cocho de animais, coberto de feno. A segunda virou um barco de pesca transportando pessoas e peixes todos os dias. A terceira foi cortada em vigas e deixada num depósito. Desiludidas as três árvores lamentaram os seus destinos. Mas, numa certa noite, com o céu cheio de estrelas, uma jovem mulher colocou o seu bebê recém-nascido naquele cocho. De repente, a árvore percebeu que continha o maior tesouro do mundo. A segunda, certo dia, transportou um homem que acabou por dormir no barco. E, quando uma tempestade quase afundou o barco, o homem levantou-se e disse PAZ!!! E, imediatamente, as águas se acalmaram. E a árvore transformada em barco entendeu que transportava o rei dos céus e da terra. Tempos mais tarde, numa Sexta-feira, a árvore espantou-se quando as vigas foram unidas em forma de cruz e um homem foi pregado nela. A árvore sentiu-se horrível vendo o sofrimento daquele homem. Mas logo entendeu que aquele homem salvou a humanidade e as pessoas logo se lembrariam de Deus ao olharem para a cruz. O exemplo das árvores é um sinal de que é preciso sonhar e ter fé. SEMPRE!!! Não importa o tamanho dos sonhos que você tenha, sonhe muito e sempre. Mesmo que seus sonhos não se realizem exatamente como você desejou, saiba que eles se concretizarão da maneira que Deus entendeu ser a melhor para você.
"Uma nuvem não sabe por que se move em tal direção e em tal velocidade. Sente apenas um impulso que a conduz para esta ou aquela direção. Mas o céu sabe os motivos e os desenhos por trás de todas as nuvens, e você também saberá, quando se erguer o suficiente para ver além dos horizontes."
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
Senhora dos Quatro Elementos
A sua Arte, Senhora, veio à luz.
Quem poderá escapar de seu poder?
Sua forma é um eterno mistério;
Sua presença paira
sobre as terras quentes.
Os mares te obedecem,
as tempestades se acalmam.
A sua vontade detém o dilúvio.
E eu, tua pequena criatura,
faço a saudação:
Minha Grande Rainha,
Minha Grande Mãe!
sexta-feira, 29 de julho de 2011
A História do Alaúde.
Meus caros amigos e visitantes! O blog “O Chalé do Mago” mostra o universo Cultural, Histórico e curiosidade, e o meu objetivo é matar a curiosidade de muitas pessoas e minha curiosidade também... (Risos) Me deu uma grande vontade de postar sobre esse lindo instrumento que sou louco para ter e saber tocar, e falando obviamente que ele tem um som místico, um som mágico e maravilhoso que dar vontade de ficar ouvindo o tempo todo sem parar.
Na magia também ha música.

A HISTÓRIA DO ALAÚDE
O antecessor do alaúde é o ud (ou oud), um instrumento de origem no norte da África e no Oriente Médio. Já na Grécia, o alaúde era conhecido como pandura, e havia sido importado da Ásia ocidental. O ud lembra o alaúde europeu e tem quatro pares de cordas que são tocadas com a palheta. Tem diferenças claras na forma dos dois e no ud, temos a presença de mais de uma rosa. In Arábico "al ud" significa "a madeira" e as palavras "al ud" tem dado origem a nossa palavra atual alaúde. Já no mundo romano, o alaúde era chamado fidicula (pequena corda), outro nome que daria origem a muitos descendentes: fidula, vitula, vihuela, viola, violino, etc. O ud existiu por mais de mil anos e em alguns lugares é tocado ainda hoje.
Devido às invasžes orientais e posteriormente ao comércio desenfreado com estes mesmos países no Mediterrâneo, o ud ficou conhecido na Europa antes do ano 1000 d.C. Assim, o ud foi se adaptando às novas necessidades locais e como as pinturas desta mesma época mostram, no século XV, os instrumentos se transformaram definitivamente em alaúdes, com cinco ordens tocadas com palheta ou posteriormente, com os dedos.
Nenhum alaúde desta época sobreviveu até os dias atuais, mas existe um interessante manuscrito datado de 1450 que descreve a técnica de construção do alaúde (o manuscrito de Arnault). Na Europa, o tamanho, a forma, o encordoamento e afinação do alaúde continuariam a evoluir na medida em que os estilos musicais mudariam e a nova tecnologia se tornaria disponível.
O alaúde da metade do Renascimento (1500-1580) tem seis cursos, sendo muitas vezes a corda superior sozinha. O uso da palheta facilitava a execução de linhas melódicas agudas. Este estilo pode ser ouvido bem no jeito moderno de tocar alaúde. O estilo típico do Renascimento moderno, de tocar mais de uma linha melódica simultaneamente (polifonia e/ou contraponto) não se encaixou facilmente com a técnica de palheta do instrumento. A solução encontrada foi o uso dos dedos da mão direita num estilo tipicamente dedilhado. Contemporaneamente, apareceu também uma forma de notação musical para o alaúde, conhecida como tablatura, que mostrava a posição dos dedos na escala do instrumento como referencia visual. Este mesmo século viu o inicio das publicações de música para alaúde em livros e partituras sendo impressas em toda a Europa.
O fim do Renascimento (1580-1620) é um momento particularmente interessante para o alaúde, pois este se estabeleceu como instrumento oficial na corte e era estudado por muitos prósperos cidadãos. Como podemos ler no site Historia da Arte:
"O aperfeiçoamento dos instrumentos, as exigências litúrgicas e o surgimento de um mercado formado pela nobreza feudal e pela burguesia mercantil das cidades determinaram a expansão da polifonia, com importantes contribuições de Machaut, Du Fay e Palestrina"

O estudante de alaúde tinha que ser suficientemente talentoso para aprender este difícil instrumento, que vinha a ser cada vez mais usado além de instrumento de acompanhamento para cantores, como instrumento solista em pequenos conjuntos. John Dowland, talvez o mais virtuoso instrumentista da sua época, tocou e publicou muita música na Inglaterra desta época. Muitas cidades da Europa começaram a oferecer workshops da fabricação do alaúde e muitos luthiers fizeram fortuna com a confecção deste instrumento.
A silhueta do corpo do alaúde no final da Renascença não era tão alongada quanto o eram os alaúdes mais antigos. O número de tiras utilizadas para a elaboração do corpo aumentou primeiramente de treze para quinze, depois vinte e cinco, mais tarde trinta e ocasionalmente ultrapassava cinquenta. Alguns instrumentos deste período sobreviveram e alguns destes são peculiarmente elaborados.
Existia uma variedade muito grande de alaúdes no tocante ao tamanho e forma. O tamanho mais comum era frequentemente denominado de mean lute. Instrumentos mais agudos eram conhecidos como treble lutes, enquanto que os mais graves eram chamados de bass lutes.
Por aproximadamente quinhentos anos, o alaúde foi tocado em todas as cidades da Europa. Era considerado o mais respeitado de todos os instrumentos. Na história da música ocidental, não se tem notícia de um outro instrumento que o superou em posição e longevidade.
As razžes para o declínio do alaúde não são fáceis de serem precisadas. Os músicos profissionais de alaúde que se aposentaram à época de Mozart e Haydn não foram substituídos. O que sobreviveu em quantidade e em qualidade, foi propriamente a música.
Vídeos relacionados ao Alaúde:
segunda-feira, 18 de julho de 2011
Frases: Prof. Alvos Dumbledore.

Alvos Percival Wulfrico Brian Dumbledore (1846 — 1997)
"Para uma mente bem estruturada, a morte é apenas uma aventura seguinte."
"A verdade é uma coisa bela e terrível, por isso deve ser tratada com grande cautela."
"São as nossas escolhas que revelam o que realmente somos, muito mais do que as nossas qualidades."
"Naturalmente está acontecendo dentro da sua cabeça, mas por que é que isto deveria significar que não é verdadeiro?"
"Porque nos sonhos entramos num mundo inteiramente nosso. Deixe que mergulhe no mais profundo oceano, ou flutue na mais alta nuvem."
"Não vale a pena mergulhar nos sonhos e esquecer de viver."
"O problema é que os seres humanos têm o condão de escolher exatamente aquilo que é pior para eles."
"Não vale a pena viver sonhando e esquecer de viver..."
"A velhice é tola e esquecida quando subestima a juventude."
"Matar não é tão fácil quanto creem os inocentes."
"As consequências de nossos atos são sempre tão complexas, tão diversas, que predizer o futuro é uma tarefa realmente difícil."
"Cada qual acredita que o que tem a dizer é muito mais importante do que qualquer coisa que o outro tenha a contribuir."
"Prefiro não guardar todos os meu segredos em uma única cesta, particularmente uma cesta que passa tanto tempo pendurada no braço de Lord Voldemort."
"A curiosidade não é pecado Harry. Mas temos que ser cautelosos."
domingo, 17 de julho de 2011
As 20 Lições Importantes para Torna-se Um Verdadeiro Mago.

sexta-feira, 1 de julho de 2011
A Vassoura.

Toda Bruxa que se preza tem uma Vassoura! Ela representa a União das Energias Universais; a união entre céu e terra, sendo utilizada para limpar energeticamente o círculo sagrado antes de um ritual ou meditação. A sua vassoura pode ser decorada com símbolos sagrados; lua, pentagrama, estrelas e o que seja ao seu critério. Pode ser enfeitadas com tecidos, fitas ou pintada com cores que lhe agradem, ou ser apenas um cabo de madeira com galhos de carqueja, que não se esfarela quando seca, palha de espiga de milho, ou destas de casa mesmo, amarrados com cordão. O importante é que nunca tenha tocado material impuro. A vassoura não é exatamente para varrer ou limpar a sujeira física, motivo pelo qual o lugar deve estar sempre limpo, sendo a vassourinha de bruxa usada sem tocar o chão, fazendo uma limpeza das energias negativas.
As Bruxas usam vassouras em magia e em rituais. É um instrumento sagrado tanto à Deusa como ao Deus. Isto não constitui novidade; no México pré- colombiano uma espécie de deidade bruxa, Tlazelteotl, era representada voando nua sobre uma vassoura. Os chineses cultuam uma deusa das vassouras que é invocada para trazer bom tempo em períodos de chuva. Além disso, provavelmente devido a seu formato fálico, a vassoura se tornou um instrumento poderoso contra pragas e praticantes de magia negra. Quando colocada no chão transversalmente à entrada da casa, a vassoura barra quaisquer encantamentos lançados contra a casa ou seus ocupantes. Uma vassoura sob o travesseiro traz sonhos agradáveis e protege a pessoa.
As Bruxas europeias passaram a ser identificadas com as vassouras porque ambas eram associadas à magia pelo conhecimento popular e religioso. As Bruxas eram acusadas de voar em cabos de vassoura, e isso era considerado uma aliança com as "forças obscuras". Tal ação, se pudesse ser praticada, seria realmente sobrenatural, e assim, demoníaca a seus olhos, contrastando com as simples curas e encantos de amor realmente praticados pelas Bruxas. Obviamente, o mito foi criado pelos perseguidores de Bruxas. Alguns Wiccanos afirmam que bruxas "voavam" em vassouras pulando no solo, do mesmo modo como crianças em cavalinhos de pau, para promover a fertilidade dos campos. Acredita- se, ainda, que as lendas de bruxas voando em vassouras eram uma explicação pouco sofisticada para a projeção astral.
Ainda hoje a vassoura é utilizada na Wicca. Um Wiccano pode iniciar um ritual varrendo levemente a área (dentro ou fora de casa) com sua vassoura mágica. Após isso, o altar é preparado, os instrumentos são nele arrumados e o ritual pode assim ser iniciado.
Este ato de varrer é mais do que uma limpeza física. Na verdade, os pelos da vassoura nem precisam tocar o chão. Enquanto varre, o Wiccano pode visualizar a vassoura eliminando os excessos astrais que surgem onde humanos vivem. Isto purifica a área, permitindo assim melhores trabalhos rituais.
Sendo a vassoura um purificador, ela é associada ao elemento da Água. Assim, é também utilizada em todos os tipos de encantamentos com água, inclusive os de amor e de trabalhos psíquicos.
Muitas Bruxas colecionam vassouras, e sem dúvida sua infindável variedade e os materiais exóticos utilizados em sua confecção tornam este um hobby interessante.


