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sexta-feira, 14 de junho de 2013

FRASES DE AMOR, EM ÉLFICO (QUENYA)

Olá pessoal!!!  Eu aqui de novo modernizando não o modernizado que já é antigo (Nossa! Agora fui profundo!!! Risos.) Estou postando uma linguagem fictícia do criador J.R.R.Tolkien, a língua dos elfos, o Quenya, mas aqui coloco só algumas frases de amor. Por que não?  

Em Português: Você me ama? 
Tradução Literal: Você me ama?
Élfico(Quenya): Ma melilyen?
Em Português: Eu te dou meu coração
Tradução Literal: Eu te dou meu coração
Élfico(Quenya): Antan órenya tyenna

Em Português: Eu te dou meu amor
Tradução Literal: Eu te dou meu amor
Élfico(Quenya): Antan melmenya tyenna

Em Português: Eu amo
Tradução Literal: Eu amo
Élfico(Quenya): Melinyë

Em Português: Eu a amo
Tradução Literal: Eu a amo
Élfico(Quenya): Melinyes

Em Português: Eu o amo
Tradução Literal: Eu o amo
Élfico(Quenya): Melinyes

Em Português: Eu amo ver seus olhos brilhando enquanto você sorri
Tradução Literal: Eu amo observar seus olhos brilharem quando você ri
Élfico(Quenya): Melinyë tirië hendulyar silina írë lálalyë

Em Português: Eu amo você
Tradução Literal: Eu amo você
Élfico(Quenya): Melinyel

Em Português: Casa comigo?
Tradução Literal: Casa comigo?
Élfico(Quenya): Ma vestuvalyen?

Em Português: Você me amará pela eternidade?
Tradução Literal: Você me amará pela eternidade?
Élfico(Quenya): Ma meluvalyen tenn'oio?

Em Português: Você é o meu amor
Tradução Literal: Você é o meu amor
Élfico(Quenya): Nalyë melmenya

Em Português: Você é o amor da minha vida
Tradução Literal: Você é o amor da minha vida
Élfico(Quenya): Nalyë melmë cuilenya

Em Português: Você tem o meu amor
Tradução Literal: Você tem meu amor
Élfico(Quenya): Haryalyë melmenya

terça-feira, 31 de julho de 2012

Música do dia: Loreena McKennitt - The Lady of Shallot




"The Lady Of Shalott", poema de Alfred Tennison, musicado e interpretado por Loreena McKennitt.Originalmente, é um poema que remonta à tradição medieval do ciclo Arturiano, e conta a história da Dama de Shallott, amaldiçoada a só poder olhar o mundo lá fora através de seu espelho mágico, ou então uma desgraça aconteceria. É um poema simplesmente lindo, triste e trágico, que ficou ainda mais comovente quando musicado por Loreena. A voz de fada dela, somada à história em si é simplesmente divina.


Como também sou fã confesso de Loreena, gostaria de presenteá-los, meus amigos blogueiros, companheiros de jornada nos Caminhos de Sabedoria e leitores de meus humildes alfarrábios, com esta peça de magnífica harmonia e sabor intenso.

Apesar de não confiar muito nessas traduções de internet, vou deixar essa aqui pra vocês terem uma noção da história:






"The Lady Of Shalott" 

De ambos os lados do rio encontram-se,
Campos longos de cevada e de centeio,
Isso veste o mundo e busca o céu;
E através do campo, a estrada se dirige
Para a Camelot de muitas torres;
E para cima e para baixo as pessoas vão,
Contemplando para aonde os lírios sopram,
Ao redor há uma ilha abaixo,
A ilha de Shalott.
Salgueiros embranquecem, álamos tremem,
Pouco venta, crepúsculo e calafrio
Pelas ondas que correm para sempre
Pela ilha, no rio
Fluindo até Camelot.
Quatro paredes cinzentas, e quatro torres cinzentas,
Negligenciam um espaço de flores,
E a ilha silenciosa cobre de sombras
A Senhora de Shalott.
Somente ceifeiros, colhendo cedo,
Por entre a cevada suportada
Ouve-se uma canção que ecoa alegremente
Do rio que areja claramente
Até a elevada Camelot;
E ao luar, o ceifeiro cansado,
Empilhando maços em planaltos arejados,
Escutando, sussurros de "uma fada
A Senhora de Shalott".
Lá ela tece de noite e de dia
Uma teia mágica com cores vistosas,
Ela ouviu um sussurro dizendo,
Uma maldição cairá sobre ela se continuar a
Olhar com desprezo para Camelot.
Ela não sabe o que a maldição pode ser,
E assim ela tece continuamente,
E outro pouco cuidado tem ela,
A Senhora de Shalott.
E movendo-se através de um espelho claro
Que pende diante dela todo o ano,
Sombras do mundo aparecem.
Lá ela vê a rodovia se aproximar
Ventando até Camelot;
E às vezes através do espelho azul
O cavaleiros vêm cavalgando dois a dois.
Ela não tem nenhum cavaleiro leal e verdadeiro,
A Senhora de Shalott.
Mas em sua teia, ela ainda encanta
Para tecer as visões de magia do espelho,
Para freqüentemente, pelas noites silenciosas
Um funeral, com plumagens e luzes,
E música, foi para Camelot;
Ou quando a Lua estava no alto,
Vindo por fim dois jovens amantes para se casarem.
"Eu estou meia cansada de sombras", disse
A Senhora de Shalott.
Em uma disparada do pequeno quarto dela,
Ele montou por entre os maços de cevada,
O sol veio ofuscante por entre as folhas,
E ardeu por sobre as canelas despudoradas
Do ousado Sir Lancelot.
Um cavaleiro de cruz-vermelha eternamente ajoelhado
Para uma senhora em seu escudo,
Isso brilhou no campo amarelo,
Ao lado da remota Shalott.
A clara e larga sobrancelha dele ao brilho da luz
solar;
Em cascos polidos, seu cavalo de guerra trilhou;
Debaixo de seu capacete fluiam
Seus cachos pretos como carvão enquanto ele cavalgava,
Enquanto ele cavalgava para Camelot.
Da margem e do rio
Ele flamejou no espelho cristalino,
"Tirra lirra", pelo rio
Cantou Sir Lancelot.
Ela deixou a teia, ela deixou o tear,
Ela deu três passos dentro do quarto,
Ela viu o lírio aquático florescer,
Ela viu o capacete e a plumagem,
Ela olhou com desprezo para Camelot.
Para fora voou a teia e flutuou para longe;
O espelho rachou de lado a lado;
"A maldição caiu sobre mim", chorou
A Senhora de Shalott.
O tempestuoso vento leste forçando,
Os pálidos bosques amarelos estavam minguando,
O amplo riacho em suas margens reclamando.
Pesadamente do céu, a chuva veio abaixo
Por sobre a dominada Camelot;
Veio ela e encontrou um barco
Embaixo de um flutuante salgueiro partido,
E em volta da proa, escreveu ela
A Senhora de Shalott.
E descendo o extenso rio turvo
Como algum vidente corajoso em um transe,
Vendo toda sua própria infelicidade --
Com um semblante paralizado
Ela olhou para Camelot.
E ao encerramento do dia
Ela soltou a âncora e deitou-se;
O amplo riacho levou-a para longe,
A Senhora de Shalott.
Ouvido um hino, pesaroso, sagrado,
Cantado ruidosamente, cantou humildemente,
Até que o sangue dela foi lentamente congelando,
E seus olhos ficaram completamente escurecidos,
Voltada para a elevada Camelot.
Antes que com a maré ela alcançasse
A primeira casa da costa,
Cantando sua canção, ela morreu,
A Senhora de Shalott.
Debaixo da torre e da sacada,
Do muro do jardim e da galeria,
Um vulto cintilante, ela flutuou,
Uma palidez morta entre elevadas casas,
Silenciosa em Camelot.
Do distante cais, eles vieram,
Cavaleiro e burguês, senhor e dama,
E em volta da proa, eles leram o nome dela,
A Senhora de Shalott.
Quem é esta? E o que está fazendo aqui?
E próximo ao palácio iluminado
Morreu o som da alegria real;
E eles se cruzaram por medo,
Todos os Cavaleiros de Camelot;
Mas Lancelot refletiu por um tempo,
Ele disse, "ela tem uma face adorável;
Deus em Sua clemência empresta graça a ela,
A Senhora de Shalott ".

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Poema do Capitão Jack Sparrow - Tatuagem.

Poema que o "Capitão Jack Sparrow" tem escrito em suas costas.

Para quem não sabe ou não assimila o Capitão Jack Sparrow é o ator protagonista dos Filme Piratas do Caribe (Johnny Depp).

"Vá placidamente por entre o ruído e a pressa e lembre-se da paz que pode haver no silêncio.

Na medida do possível, sem capitular, esteja de bem com todas as pessoas.

Fale a sua verdade calma e claramente e escute os outros, mesmo os estúpidos e ignorantes, eles também têm sua história.

Evite pessoas barulhentas e agressivas, elas são vexatórias ao espírito.

Se você se comparar com os outros, pode se tornar vaidoso ou amargo, para sempre haverá pessoas superiores e inferiores a você. Desfrute suas conquistas assim como seus planos.

Mantenha-se interessado em sua própria carreira, ainda que humilde, é um ganho real na fortuna cambiante do tempo.

Tenha cuidado em seus negócios, para o mundo é cheio de artifícios. Mas não deixe que isso o torne cego à virtude que existe; muitas pessoas lutam por altos ideais e em toda parte a vida está cheia de heroísmo.

Seja você mesmo. Sobretudo, não finja afeição. Nem seja cínico sobre o amor, porque em face de toda aridez e desencanto, ele é tão perene quanto a relva.

Aceite gentilmente o conselho dos anos, renunciando com benevolência às coisas da juventude.

Cultive a força do espírito para proteger-se num infortúnio inesperado. Mas não se desespere com perigos imaginários. Muitos temores nascem do cansaço e da solidão. Além de uma benéfica disciplina, seja bondoso consigo mesmo.

Você é um filho do universo nada menos que as árvores e as estrelas; você tem o direito de estar aqui. E se é ou não é claro para você, sem dúvida o Universo se desenrola como deveria. Portanto, esteja em paz com Deus, que quer que você O conceba.

E os teus trabalhos e aspirações, em barulhenta confusão da vida, manter a paz em sua alma. Com todos os enganos, penas e sonhos desfeitos, este é ainda um mundo maravilhoso. "

sábado, 24 de dezembro de 2011

A VERDADE OCULTA DO PAPAI NATAL! ( Porque não Papai Noel ? ) Por: Jeferson Magíster

Antigos Deuses Pagãos do norte, cogumelos alucinógenos, bodes, São Nicolau e até a Coca Cola deram origem ao Papai Natal...

Papai Natal é uma figura popular com raízes multiculturais.

Ele incorpora características de Saturno (Deus Agrícola Romano), Cronos (Deus grego, também conhecido como Pai Tempo), o Rei do Azevinho (Deus celta do inverno), Pai Inverno /Zyuzya (Deus Russo do inverno), Odin ( Scandinavio / Teutonico que cavalga no céu em um cavalo de oito patas e deixava dons especiais sob o pinheiro a sua árvore sagrada! ), Frey (Nórdico Deus da fertilidade), Thor (Nordico deus que cavalga no céu em uma carruagem puxada por bodes).

Hertha (Deusa que aparecia no fogo da na lareira e trouxe boa sorte para o lar.).

Segundo varias mitologias ele carregava o Elfo quando ao fazer suas rondas para entregar presentes e receber a sua oferta de doces. As renas do muito provavelmente evoluíram a partir de Herne, o Deus Céltico. Oito renas ao puxar trenó representavam os oito sabbats solares. A estrela como o pentagrama representa o poder da magia para diversas culturas pagãs. Seu cachimbo vem de rituais xamãs, seu peso tem origem nos alimentos gordurosos dos sacrifícios dos animais fracos que morreriam com o inverno realizado pelos camponeses e a bebida alcóolica usada dos festivais invernais para aquecer e honrar os seus Deuses. A Cerveja é dourada e consagrada aos Deuses Solares (Nos rituais de invocação ao fogo) e o vinho aos Deuses Lunares (Porque a noite maior no inverno).

Porque não Papai Noel e porque usarei o nome Papai Natal?

No-el quer dizer ‘Sem os Elohim’.Noel é o sem Elohim ou seja, sem a Luz.

Já quando dizem que “Papai Noel vem” dizem que “Vem o Sem Luz”.

E quem quer um presente de um Sem Luz?

As palavras tem o poder de invocar por isso usarei Papai Natal usado em Portugal porque Papai Natal significa “Papai do nascimento”.

Quais são as imagens que mais Influenciaram na formação do Papai Natal ?

O Rei do Azevinho: Que vestia marrom e com folhas de azevinho e bagas em seu chapéu. Dirigia uma equipe de oito veados (ou de rena), porque veados eram altamente sagrados para os celtas. Como disse o número oito representa os oito sabbats do calendário solar.



Por: Jeferson Magíster

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Especial de presente de Yule (Natal Pagão): 1° Trailer "O Hobbit".


Primeiro de tudo devo dizer que recebemos de presente de Yule (Natal Pagão) o trailer, alias "O SENHOR Trailer inesperado" para quem gosta. Já chegamos a ter surpresas antes de começar o ano de 2012. Nossa!!! Isso em uma madrugada que fiquei de boca aberta e não acreditar que estava vendo o 1° trailer do filme:



"O Hobbit: Uma Jornada Inesperada"

A história que conta uma jornada do Hobbit Bilbo Bolseiro, algo que ele não esperava de uma viajem e uma aventura especial quando um misterioso Mago Cinzento, Gandalf, cruza em frente de sua colina na vila dos Hobbit's, precisando de um pequeno aventureiro. Baseado no livro O Hobbit de J.R.R. Tolkien, o longa vai ser dividido em dois:
Uma Jornada Inesperada e o Lá de Volta Outra Vez.

O caso é, temos que esperar até o ano que vem a 1° parte do filme que só estreara no dia 14 de dezembro de 2012, mas como o diretor Piter Jackson gosta de detalhes e trabalha bem com os grandes funcionários de cinema, vale a pena esperar...

Feliz Natal aos cristãos e os não cristãos e Feliz Yule para os neopagãos.



Abraços Mágicos do Mago.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

AnimeAC Evento 2011. O Mago estará lá!


Local: Usina de Arte João Donato. Av.das Acácias, nº 1, Distrito Industrial, RioBranco, Acre.
Dia: 29 de outubro de 2011, Sábado.
Horário: 09:00hs ás 21:00hs.

Usina de Arte João Donato.

Oque vai ter no evento?

-Bandasde Rock Tocando Músicas de Animes e Games.
-CineOtaku: Exibição de animes, tokusatsus, Live Actions, Doramas.
-Transmissãocompleta online via rádio Branime.
-Torneiode Games: Naruto Ultimate Ninja Storm 2 e Mortal Kombat 9.
-RPG:com tema Survive Zumbi.
-Cosplay:Sorteio de Brindes para os cosplayers que se inscreverem durante o evento.
-Workshops.
-Apresentaçãoartísticas.

Apoio:
FundaçãoElias Mansour, Mister Sabor, GameUP, Dimitri Kawada

Ingressos:
AntecipadoR$6,00 na hora R$8,00*
avenda na GameUP e Mister Sabor.

Inscriçõesde Torneio na GameUP.


Paracontato e mais informações completas e atualizadas acesse:

No Evento AnimeAC 2009 O Mago Ancião estava lá.

Cássios Arpanobre Batles Elder Wyllbos.

O Mago Dançarino é como o chamaram o meu cosplay em homenagem aos livros e os filmes da série Harry Potter... Dançarino por que? Por ter dançado em um humilde evento de animes no Acre, AnimeAC 2009 que foi no SESC AC do Centro da Cidade... Foi em uma improvisação que O Mago ficou em primeiro lugar a escolha do público... Foi muito bom!!!

A Dança do Mago

sábado, 27 de agosto de 2011

Credo das Bruxas (os)


Ouça agora as palavras das bruxas (os),
Os segredos que escondeu na noite,
Quando estava escuro caminho do nosso destino,
Que agora trazemos para a luz.

Misteriosa água e fogo,
A terra e o ar de grande alcance,
Por essência oculta as conhecemos,
E vontade e manter o silêncio e ousar.

O nascimento e o renascimento de toda a natureza,
A passagem do inverno e primavera,
Partilhamos com a vida universal,
Alegrai-vos no anel mágico.

Quatro vezes por ano, o Grande Sabbat
Retorna, e as bruxas são vistos
Em Lammas e Candlemas dançando,
Na véspera de maio e Hallowe'en idade.

Quando o tempo de dia e de noite são iguais,
Elphame é, pelo menos, maior e,
Os quatro Sabás Menores são convocados,
E as bruxas(os) se reúnem em festa.

Treze Luas de prata em um ano são,
Treze é a matriz da Coven.
Treze vezes no Esbat se alegrarão,
Para cada ano de ouro e um dia.

A energia que foi passada a idade,
Cada vez que entre a mulher e o homem,
Cada século até o outro,
Antes que o tempo e a idade começou.

Quando extraído é o círculo mágico,
À espada ou athame de poder,
Seu compasso entre dois mundos,
Na terra das sombras para aquela hora.

Este mundo não tem o direito, em seguida, para conhecê-la,
E o mundo do além também não dirá.
O mais antigo dos deuses são invocados lá,
A Grande Obra de magia é forjado.

Para os dois são os pilares místicos,
Que estão na porta do santuário,
E dois são os poderes da natureza,
Os formulários e o divino gorces.

A escuridão e a luz na sucessão,
Os opostos, cada um ditou cada um,
Exibido fora, como um Deus e uma Deusa:
Desse nossos antepassados ensinar.

À noite ele é o cavaleiro do vento selvagem,
Aquele Horn'd, o Senhor das Sombras.
Por dia, ele é o Rei da Floresta,
O morador em clareiras da floresta verde.

Ela é jovem ou velha que ela quiser,
Ela navega nas nuvens rasgadas em sua barca,
A dama de prata brilhante da meia-noite,
A anciã, que tece encantamentos na escuridão.

O mestre e amante da magia,
O habitam nas profundezas da mente,
Imortal e que sempre se renova,
Com o poder de libertar ou ligar.

Então beba o vinho bom para os Antigos Deuses,
E Dança e fazer amor em seus louvores,
Até que a terra é justa Elphame deve receber nos
Em paz, no final dos nossos dias.

E fazer o que será o desafio,
Que assim seja Amor que nada prejudique
Pois este é o único mandamento.
Pela magia de outrora, seja feito!

(Doreen Valiente, "Witchcraft for Tomorrow")

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Havia no alto de uma montanha três árvores. Elas sonhavam com o que iriam ser depois de grandes. A primeira, olhando as estrelas disse: eu quero ser o baú mais precioso do mundo e viver cheia de tesouros. A segunda, olhando um riacho suspirou: eu quero ser um navio bem grande para transportar reis e rainhas. A terceira olhou para o vale e disse: quero crescer e ficar aqui no alto da montanha; quero crescer tanto que as pessoas ao olharem para mim, levantem os olhos e pensem em Deus.


Muitos anos se passaram, as árvores cresceram. Surgiram três lenhadores que, sem saber do sonho das árvores, cortaram as três. A primeira árvore acabou se transformando num cocho de animais, coberto de feno. A segunda virou um barco de pesca transportando pessoas e peixes todos os dias. A terceira foi cortada em vigas e deixada num depósito. Desiludidas as três árvores lamentaram os seus destinos. Mas, numa certa noite, com o céu cheio de estrelas, uma jovem mulher colocou o seu bebê recém-nascido naquele cocho. De repente, a árvore percebeu que continha o maior tesouro do mundo. A segunda, certo dia, transportou um homem que acabou por dormir no barco. E, quando uma tempestade quase afundou o barco, o homem levantou-se e disse PAZ!!! E, imediatamente, as águas se acalmaram. E a árvore transformada em barco entendeu que transportava o rei dos céus e da terra. Tempos mais tarde, numa Sexta-feira, a árvore espantou-se quando as vigas foram unidas em forma de cruz e um homem foi pregado nela. A árvore sentiu-se horrível vendo o sofrimento daquele homem. Mas logo entendeu que aquele homem salvou a humanidade e as pessoas logo se lembrariam de Deus ao olharem para a cruz. O exemplo das árvores é um sinal de que é preciso sonhar e ter fé. SEMPRE!!! Não importa o tamanho dos sonhos que você tenha, sonhe muito e sempre. Mesmo que seus sonhos não se realizem exatamente como você desejou, saiba que eles se concretizarão da maneira que Deus entendeu ser a melhor para você.


"Uma nuvem não sabe por que se move em tal direção e em tal velocidade. Sente apenas um impulso que a conduz para esta ou aquela direção. Mas o céu sabe os motivos e os desenhos por trás de todas as nuvens, e você também saberá, quando se erguer o suficiente para ver além dos horizontes."

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Senhora dos Quatro Elementos


A sua Arte, Senhora, veio à luz.

Quem poderá escapar de seu poder?


Sua forma é um eterno mistério;


Sua presença paira

sobre as terras quentes.


Os mares te obedecem,

as tempestades se acalmam.


A sua vontade detém o dilúvio.


E eu, tua pequena criatura,

faço a saudação:


Minha Grande Rainha,


Minha Grande Mãe!

sexta-feira, 29 de julho de 2011

A História do Alaúde.

Espera aí? Que blog é esse? Não é sobre magia e misticismo?

Meus caros amigos e visitantes! O blog “O Chalé do Mago” mostra o universo Cultural, Histórico e curiosidade, e o meu objetivo é matar a curiosidade de muitas pessoas e minha curiosidade também... (Risos) Me deu uma grande vontade de postar sobre esse lindo instrumento que sou louco para ter e saber tocar, e falando obviamente que ele tem um som místico, um som mágico e maravilhoso que dar vontade de ficar ouvindo o tempo todo sem parar.

Na magia também ha música.


A HISTÓRIA DO ALAÚDE

O alaúde foi tocado na Europa por mais de 500 anos e, por algum tempo, foi o instrumento mais importante na cultura europeia.

O antecessor do alaúde é o ud (ou oud), um instrumento de origem no norte da África e no Oriente Médio. Já na Grécia, o alaúde era conhecido como pandura, e havia sido importado da Ásia ocidental. O ud lembra o alaúde europeu e tem quatro pares de cordas que são tocadas com a palheta. Tem diferenças claras na forma dos dois e no ud, temos a presença de mais de uma rosa. In Arábico "al ud" significa "a madeira" e as palavras "al ud" tem dado origem a nossa palavra atual alaúde. Já no mundo romano, o alaúde era chamado fidicula (pequena corda), outro nome que daria origem a muitos descendentes: fidula, vitula, vihuela, viola, violino, etc. O ud existiu por mais de mil anos e em alguns lugares é tocado ainda hoje.

Devido às invasžes orientais e posteriormente ao comércio desenfreado com estes mesmos países no Mediterrâneo, o ud ficou conhecido na Europa antes do ano 1000 d.C. Assim, o ud foi se adaptando às novas necessidades locais e como as pinturas desta mesma época mostram, no século XV, os instrumentos se transformaram definitivamente em alaúdes, com cinco ordens tocadas com palheta ou posteriormente, com os dedos.

Nenhum alaúde desta época sobreviveu até os dias atuais, mas existe um interessante manuscrito datado de 1450 que descreve a técnica de construção do alaúde (o manuscrito de Arnault). Na Europa, o tamanho, a forma, o encordoamento e afinação do alaúde continuariam a evoluir na medida em que os estilos musicais mudariam e a nova tecnologia se tornaria disponível.

O alaúde da metade do Renascimento (1500-1580) tem seis cursos, sendo muitas vezes a corda superior sozinha. O uso da palheta facilitava a execução de linhas melódicas agudas. Este estilo pode ser ouvido bem no jeito moderno de tocar alaúde. O estilo típico do Renascimento moderno, de tocar mais de uma linha melódica simultaneamente (polifonia e/ou contraponto) não se encaixou facilmente com a técnica de palheta do instrumento. A solução encontrada foi o uso dos dedos da mão direita num estilo tipicamente dedilhado. Contemporaneamente, apareceu também uma forma de notação musical para o alaúde, conhecida como tablatura, que mostrava a posição dos dedos na escala do instrumento como referencia visual. Este mesmo século viu o inicio das publicações de música para alaúde em livros e partituras sendo impressas em toda a Europa.

O fim do Renascimento (1580-1620) é um momento particularmente interessante para o alaúde, pois este se estabeleceu como instrumento oficial na corte e era estudado por muitos prósperos cidadãos. Como podemos ler no site Historia da Arte:

"O aperfeiçoamento dos instrumentos, as exigências litúrgicas e o surgimento de um mercado formado pela nobreza feudal e pela burguesia mercantil das cidades determinaram a expansão da polifonia, com importantes contribuições de Machaut, Du Fay e Palestrina"

O estudante de alaúde tinha que ser suficientemente talentoso para aprender este difícil instrumento, que vinha a ser cada vez mais usado além de instrumento de acompanhamento para cantores, como instrumento solista em pequenos conjuntos. John Dowland, talvez o mais virtuoso instrumentista da sua época, tocou e publicou muita música na Inglaterra desta época. Muitas cidades da Europa começaram a oferecer workshops da fabricação do alaúde e muitos luthiers fizeram fortuna com a confecção deste instrumento.

A silhueta do corpo do alaúde no final da Renascença não era tão alongada quanto o eram os alaúdes mais antigos. O número de tiras utilizadas para a elaboração do corpo aumentou primeiramente de treze para quinze, depois vinte e cinco, mais tarde trinta e ocasionalmente ultrapassava cinquenta. Alguns instrumentos deste período sobreviveram e alguns destes são peculiarmente elaborados.

Existia uma variedade muito grande de alaúdes no tocante ao tamanho e forma. O tamanho mais comum era frequentemente denominado de mean lute. Instrumentos mais agudos eram conhecidos como treble lutes, enquanto que os mais graves eram chamados de bass lutes.

Por aproximadamente quinhentos anos, o alaúde foi tocado em todas as cidades da Europa. Era considerado o mais respeitado de todos os instrumentos. Na história da música ocidental, não se tem notícia de um outro instrumento que o superou em posição e longevidade.

As razžes para o declínio do alaúde não são fáceis de serem precisadas. Os músicos profissionais de alaúde que se aposentaram à época de Mozart e Haydn não foram substituídos. O que sobreviveu em quantidade e em qualidade, foi propriamente a música.

Vídeos relacionados ao Alaúde:

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Frases: Prof. Alvos Dumbledore.

Alvos Percival Wulfrico Brian Dumbledore (1846 — 1997)

"Para uma mente bem estruturada, a morte é apenas uma aventura seguinte."

"A verdade é uma coisa bela e terrível, por isso deve ser tratada com grande cautela."

"São as nossas escolhas que revelam o que realmente somos, muito mais do que as nossas qualidades."

"Naturalmente está acontecendo dentro da sua cabeça, mas por que é que isto deveria significar que não é verdadeiro?"

"Porque nos sonhos entramos num mundo inteiramente nosso. Deixe que mergulhe no mais profundo oceano, ou flutue na mais alta nuvem."

"Não vale a pena mergulhar nos sonhos e esquecer de viver."

"O problema é que os seres humanos têm o condão de escolher exatamente aquilo que é pior para eles."

"Não vale a pena viver sonhando e esquecer de viver..."

"A velhice é tola e esquecida quando subestima a juventude."

"Matar não é tão fácil quanto creem os inocentes."

"As consequências de nossos atos são sempre tão complexas, tão diversas, que predizer o futuro é uma tarefa realmente difícil."

"Cada qual acredita que o que tem a dizer é muito mais importante do que qualquer coisa que o outro tenha a contribuir."

"Prefiro não guardar todos os meu segredos em uma única cesta, particularmente uma cesta que passa tanto tempo pendurada no braço de Lord Voldemort."

"A curiosidade não é pecado Harry. Mas temos que ser cautelosos."

domingo, 17 de julho de 2011

As 20 Lições Importantes para Torna-se Um Verdadeiro Mago.


Claro... Não é só essas, mas são as primeiras 20 lições para aprender a ser um(a) Verdadeiro(a) Mago(a) e Bruxo(a). Ser um Mago(a) e um(a) Bruxo(a) não é só fazer bruxaria e magia.

1ª Lição - Existe um mago dentro de todos nós. Esse mago tudo vê e tudo sabe. O mago está além dos opostos da luz e das trevas, do bem e do mal, do prazer e da dor. Tudo o que o mago vê tem suas raízes no mundo invisível. A natureza reflete o estado de alma do mago. O Corpo e a mente podem adormecer, mas o mago está sempre desperto. O Mago possui o segredo da imortalidade.

2ª Lição - A volta da magia só pode acontecer com o retorno da inocência. A essência do mago é a transformação.

3ª Lição - O Mago observa o mundo ir e vir, mas sua alma habita as esferas de luz. Seu corpo é apenas o lugar que suas memórias chamam de lar.

4ª Lição - Quem sou eu? É a única pergunta que vale a pena ser feita e a única que jamais é respondida. É seu destino desempenhar uma série de papéis, mas esses papéis não é você.

5ª Lição - Os magos não acreditam na morte. A luz da consciência, tudo está vivo. Não existem inícios ou fins. As moléculas se dissolvem e se extinguem, mas a consciência sobrevive à morte da matéria na qual ela viaja.

6ª Lição - A consciência do mago existe em toda parte.

7ª Lição - Quando a sua percepção for purificada, você começará a enxergar o mundo invisível - o mundo do mago. Purificar-se consiste em livrar-se das toxinas da sua vida: emoções tóxicas, pensamentos tóxicos e relacionamentos tóxicos.

8ª Lição - O Poder do mago é o poder do amor, todos os outros poderes são destrutivos.

9ª Lição - O Mago vive num estado de conhecimento. Esse conhecimento é sua própria realização.

10ª Lição - Todos temos um eu-sombra que é parte de nossa realidade total, quando a sombra é curada se transforma em amor.

11ª Lição - O Mago é mestre na transformação, em busca da perfeição.

12ª Lição - A Sabedoria está viva, a incerteza que você sente interiormente é a porta de entrada para a sabedoria.

13ª Lição - A realidade de sua experiência é uma imagem especular dos seus pensamentos e expectativas.

14ª Lição - Os magos não lamentam as perdas, porque a única coisa que pode ser perdida é o irreal.

15ª Lição - O amor é mais que uma emoção, é uma força da natureza e, portanto tem que conter a verdade. O amor mais puro está onde é menos esperado, no desapego.

16ª Lição - Existem infinitas esferas de consciência, o mago sabe que existe simultaneamente em todas.

17ª Lição - Os buscadores nunca se perdem, pois recebem continuamente orientações espirituais que as pessoas chamam de coincidências. Não existem coincidências para os magos, cada acontecimento revela um plano espiritual Divino.

18ª Lição - A imortalidade da alma deve ser vivida hoje na mortalidade do corpo. O Mago tem consciência da batalha entre o ego e o espírito, mas sabe que ambos são imortais.

19ª Lição - Os magos não condenam os desejos, sabe que são sementes para germinar. Ensinam que você deve acalentar os desejos do seu coração por mais triviais que sejam, pois o conduzirão a Deus.

20ª Lição - O Maior bem que você pode fazer ao mundo é tornar-se um mago.

sexta-feira, 1 de julho de 2011

A Vassoura.


Toda Bruxa que se preza tem uma Vassoura! Ela representa a União das Energias Universais; a união entre céu e terra, sendo utilizada para limpar energeticamente o círculo sagrado antes de um ritual ou meditação. A sua vassoura pode ser decorada com símbolos sagrados; lua, pentagrama, estrelas e o que seja ao seu critério. Pode ser enfeitadas com tecidos, fitas ou pintada com cores que lhe agradem, ou ser apenas um cabo de madeira com galhos de carqueja, que não se esfarela quando seca, palha de espiga de milho, ou destas de casa mesmo, amarrados com cordão. O importante é que nunca tenha tocado material impuro. A vassoura não é exatamente para varrer ou limpar a sujeira física, motivo pelo qual o lugar deve estar sempre limpo, sendo a vassourinha de bruxa usada sem tocar o chão, fazendo uma limpeza das energias negativas.

As Bruxas usam vassouras em magia e em rituais. É um instrumento sagrado tanto à Deusa como ao Deus. Isto não constitui novidade; no México pré- colombiano uma espécie de deidade bruxa, Tlazelteotl, era representada voando nua sobre uma vassoura. Os chineses cultuam uma deusa das vassouras que é invocada para trazer bom tempo em períodos de chuva. Além disso, provavelmente devido a seu formato fálico, a vassoura se tornou um instrumento poderoso contra pragas e praticantes de magia negra. Quando colocada no chão transversalmente à entrada da casa, a vassoura barra quaisquer encantamentos lançados contra a casa ou seus ocupantes. Uma vassoura sob o travesseiro traz sonhos agradáveis e protege a pessoa.

As Bruxas europeias passaram a ser identificadas com as vassouras porque ambas eram associadas à magia pelo conhecimento popular e religioso. As Bruxas eram acusadas de voar em cabos de vassoura, e isso era considerado uma aliança com as "forças obscuras". Tal ação, se pudesse ser praticada, seria realmente sobrenatural, e assim, demoníaca a seus olhos, contrastando com as simples curas e encantos de amor realmente praticados pelas Bruxas. Obviamente, o mito foi criado pelos perseguidores de Bruxas. Alguns Wiccanos afirmam que bruxas "voavam" em vassouras pulando no solo, do mesmo modo como crianças em cavalinhos de pau, para promover a fertilidade dos campos. Acredita- se, ainda, que as lendas de bruxas voando em vassouras eram uma explicação pouco sofisticada para a projeção astral.

Canal do MultiShow do programa Pé no Chão com Dani Suzuki. Que agora tem sua própria vassoura de bruxa e mostra como é feito os detalhes, enquanto a customiza, conversa sobre o tema sobre preconceitos com duas wiccanas.

Ainda hoje a vassoura é utilizada na Wicca. Um Wiccano pode iniciar um ritual varrendo levemente a área (dentro ou fora de casa) com sua vassoura mágica. Após isso, o altar é preparado, os instrumentos são nele arrumados e o ritual pode assim ser iniciado.

Este ato de varrer é mais do que uma limpeza física. Na verdade, os pelos da vassoura nem precisam tocar o chão. Enquanto varre, o Wiccano pode visualizar a vassoura eliminando os excessos astrais que surgem onde humanos vivem. Isto purifica a área, permitindo assim melhores trabalhos rituais.

Sendo a vassoura um purificador, ela é associada ao elemento da Água. Assim, é também utilizada em todos os tipos de encantamentos com água, inclusive os de amor e de trabalhos psíquicos.

Muitas Bruxas colecionam vassouras, e sem dúvida sua infindável variedade e os materiais exóticos utilizados em sua confecção tornam este um hobby interessante.

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Orações aos Quatros Elementos.


Senhora dos Quatro Elementos

A sua Arte, Senhora, veio à luz.

Quem poderá escapar de seu poder?

Sua forma é um eterno mistério;

sua presença paira

sobre as terras quentes.

Os mares te obedecem,

as tempestades se acalmam.

A sua vontade detém o dilúvio.

E eu, tua pequena criatura,

faço a saudação:

Minha Grande Rainha,

Minha Grande Mãe!



Oração aos Elementais
Pequeninos guardiões,
Seres da luz infinita.
De dia me tragam a paz,
De noite, os dons da Magia.
Invisíveis guardiões,
Protejam os quatro cantos da minha alma,
Os quatro cantos da minha casa,
Os quatro cantos do meu coração.



Antes das refeições
Da floresta e do córrego;
Da montanha e do campo;
Da nutritiva produção Fértil da Terra;
Eu agora compartilho
Da energia divina;
Que ela possa me emprestar saúde.
Fortalecer-me e amar-me.
Abençoado seja.

terça-feira, 21 de junho de 2011

Yule: Solstício de Inverno.

(21 de Dezembro) Hemisfério Norte / (21 de junho) Hemisfério Sul.

Esse é o Solstício de Inverno, a noite mais longa do Ano. A partir desse dia, o Sol se aproxima da Terra, e a escuridão do inverno ameaça ir embora. É quando a Deusa dá à luz seu novo filho, o Deus renovado e forte, ainda bebê. É importante notar que no hemisfério norte o Yule é comemorado na mesma época do Natal, e que tem significado muito parecido com o feriado cristão: o nascimento do Deus menino, filho de um Deus maior, aquele que trará a esperança à Terra.

Solstício de inverno é um fenômeno astronômico usado para marcar o inicio do inverno. Ocorre normalmente por volta do dia 21 de junho no hemisfério sul e 22 de dezembro no hemisfério norte.

Esta data também era de grande importância para diversas culturas antigas, que de um modo geral à associavam simbolicamente a aspectos como o nascimento ou renascimento.

Definição:

A palavra solstício vem do latim sol (Sol), e sistere (que não se move).

O solstício de inverno ocorre quando o sol atinge a maior distância angular em relação ao plano que passa pela linha do equador. Embora sua data não seja a mesma em todos os anos, pode-se dizer que ocorre normalmente por volta do dia 22 de dezembro no hemisfério norte/21 de junho no hemisfério sul.

Esse momento não é fixo no calendário gregoriano em função do ano tropical da terra não ser um múltiplo exacto de dias.

Importância cultural e religiosa:

Esta data tinha grande importância para diversas culturas antigas que geralmente realizavam celebrações e festivais ligados às suas religiões.

Chineses:

No calendário chinês, o solstício de Inverno chama-se dong zhi (chegada do Inverno) e é considerado uma data de importância extrema, visto ser aí festejada a passagem de ano.

Europa pré-cristã:

Os povos da Europa pré-cristã, chamados pelos católicos de pagãos, tinham grande ligação com esta data.

Segundo alguns, monumentos como Stonehenge eram construídos de forma a estarem orientados para o por do sol do solstício de inverno e nascer do sol no solstício de verão.

Na Europa pós-cristã, a festa do Solistício de Inverno foi renomeada para o nascimento de Jesus e mascarada como uma festa cristã, tendo a sua data sido alterada alguns dias para o dia 25 de Dezembro.

Roma antiga:

Entre os romanos os festivais eram muito populares. O período marcava a Saturnália, em homenagem ao deus Saturno. O deus persa Mitra, também cultuado por muitos romanos, teria nascido durante o solstício. Divindades ligadas ao Sol em geral eram celebradas no solstício também.

Com a introdução do cristianismo no Império Romano houve, por parte da Igreja Católica, uma tentativa de cristianizar os festivais "pagãos". Há indícios de que a data de 25 de dezembro foi escolhida para representar o nascimento de Cristo já no século IV. Há evidência bíblica de que Jesus não teria nascido durante o inverno, pois, no momento do nascimento, pastores estavam cuidando de seus rebanhos nas vigílias da noite, e o período do solstício, visto como o renascimento do Sol, carrega forte representatividade. Além disso, conseguiu aproveitar a popularidade das festividades da época.

Neopaganismo:

Hoje esta data é revivida na celebração do Sabbat Neopagão Yule. Que revive algumas antigas tradições religiosas dos povos europeus pré-cristãos.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Harry Potter e as Relíquias da Morte part.2

Elenco: Daniel Radcliffe, Emma Watson, Rupert Grint, Christian Coulson, Tom Felton, Helen McCrory, Jessie Cave, Hero Fiennes Tiffin, Frank Dillane.

Direção: David Yates

Gênero: Aventura

Duração: 125 min.

Distribuidora: Warner Bros.

Estreia: 15 de Julho de 2011







Sinopse: Na segunda parte do final épico da série, a batalha entre o bem e o mal no mundo da magia se torna uma guerra entre centenas de bruxos. Os riscos nunca estiveram tão altos e nenhum lugar é seguro o suficiente. Assim, Harry Potter precisa se apresentar para fazer o seu último sacrifício, enquanto o confronto final com Lord Voldemort se aproxima. Tudo acaba aqui.


Pois é minha gente! Harry Potter está na reta final... Triste para os fãs que acompanharam os livros e os filmes dessa série... Apesar que todos os filmes nem foram tão bons comparando os livros, esperava mais da WB, mas até que é triste ver um final de tudo...


Já estava esperando para esse momento final, lembro que iniciei lendo o livro Harry Potter e a Pedra Filosofal e passei amar os livros da série antes de assistir os filmes, aí fui acompanhando, o detalhe sortido é que sempre gostei de bruxas, magos, dragões, duendes, fadas, elfos e tudo mais, sempre gostei de lendas e fabulas muito antes de Harry Potter... Não me tornei o que sou hoje por causa do Harry Potter que é a pura ficção...